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DESARMANDO A FORMAÇÃO

Por Leda Tenório da Motta


“As formas sobrevivem”.

Georges Didi-Huberman. A imagem sobrevivente.


Entre outros, o centenário da Semana da Semana de Arte Moderna oferece-nos a oportunidade de apreciar a maneira como Oswald de Andrade mete a colher torta na discussão do disparo da literatura brasileira, tal como armada por Antonio Candido, antes mesmo que a crítica da crítica de seus discípulos concretistas a assumam, a partir dos anos 1950, quando o autor de Serafim Ponte Grande sai de cena.


Comemorar a Semana com Oswald pede que se reabra o dossiê do tomo VI das Obras Completas do renegado autor, e se compulse o texto de sua tese de doutorado “A Arcádia e a Inconfidência”, não aceita na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo. Vez que ele já sustenta aí, fiel à maneira antropófaga de recuar ao passado do passado, em busca de marcas memoriais fortes, não apenas que havia vida literária na colônia iletrada, tão notável quanto aquela movimentada, em seu tempo, pelo trovadorismo ou pelo gongorismo, mas que essa vida literária era bem mais digna de nota que aquela que se levava no Brasil do século XVIII, com estes versejadores “insípidos”, com nomes de pastor grego, que são os árcades, e estes líricos “maçantes” que são os nossos primeiros românticos, os novos “coitados do amor” (Andrade, 1970, p. 42).


De fato, existe nessa parte terminal da obra de Oswald todo um vibrante reexame dessa literatura entre portuguesa e baiana – mistura que não é feita para atrapalhar o ensaísta –, que a sociologia estética de Candido afastou. O critério é a qualidade da contrainformação gongórica. Oswald bate na tecla de que eram os jogos e os brincos do gongorismo que eram grande literatura, porque pediam uma “migração interior” e tinham “magia verbal”, ao passo que as “tertúlias” do arcadismo eram sem espírito e o embalo amoroso do romantismo mineiro, “sensaborão”. Marxista, ele abre o ensaio, sem dúvida o mais contundente, o mais irônico, o mais ácido do conjunto do sexto tomo, descrevendo a posição das Minas Gerais no quadro da economia portuguesa, ao longo do século XVIII. Nessa direção, dedica-se a notar como todo o fausto da Metrópole lusitana, à época, que é a da corrida do ouro, estava na dependência da opressão fiscal exercida sobre a colônia, e como, dos meados do século XVIII para a frente, com o esgotamento da mineração, mal-equipada e mal-administrada, e a redução da arrecadação das contribuições, ascende-se no Reino o “sonho da Derrama”. As circunstâncias são agravadas pelo fato de Portugal, vencidas as lutas autonomistas contra a Espanha, cair sob a esfera de influência da Inglaterra imperialista, restando-lhe a “vocação de cais”. É nesse contexto do declínio luso, quando Portugal aperta o cerco ao Brasil, tratando de recuperar-se economicamente por meio de seus governadores meirinhos – escreve – que se insinua a palavra camuflada dos poetas-pastores, imbuídos de tal pavor de ferir a ordem estabelecida que vão se ocultar sob aqueles “preciosos e idílicos pseudônimos” e aqueles “versos inócuos”.


Na reconstituição de Oswald, é em meio a esse clima espiritual de “bocejo” que surgem os primeiros “espasmos românticos” dos futuros Inconfidentes”. Na Universidade de Coimbra, haviam aprendido novas maneiras literárias, um bom-gosto francês, um virtuosismo medido, e, junto com isso, a desprezar Gôngora, prossegue. Mais preocupados em libertar o Brasil do que com problemas de expressão, e apegados ao protocolo clássico francês, ou “francelho”, não romperão significativamente com a insipidez da poesia pastoril, mas a continuarão, pelo menos na forma, caindo na “reverência fastidiosa da Arcádia”, fazendo girar “a velha roda estética”. Tirante a diferença das “doçuras amorosas” desses primeiros românticos que flertam com a “mocinha namorada”, que assoma à janela de Vila Rica, os versos permanecem antigos. Marxista escolado em antropologias que complicam a retidão das relações entre a História e a Cultura, ele não vê, como Candido, a época literária coincidindo com a época política, nem o quadro ideológico se transferindo forçosamente para o da literatura, Para ele, a Escola Mineira é a portadora da revolução, sim. Mas os poetas românticos são menos revolucionários por sua arte e mais pela sua insurreição. Daí o ensaio terminar com frases debochadas como esta: “Os Inconfidentes indicaram às gerações vindouras do Brasil qual o papel do intelectual nas lutas pelo progresso humano”. Ou esta outra, que é o fecho de ouro corrosivo do ensaio: “Os Inconfidentes são poetas a serviço do progresso humano e do futuro” (Andrade, 1972, p. 33-70). Já sabemos o que a Antropofagia pensava do progresso da humanidade e do futuro. O interessante, aqui, é que Oswald surpreende o nacionalismo romântico em flagrante frequentação das artes forasteiras, o que foi feito para desacatar a Formação, e ainda por cima volta a ideia de progresso contra a mesma literatura para a qual, segundo a Formação, a linha do progresso é decisiva.


Não é de somenos importância notar que esse Oswald anos 1950 que assim pensa adianta uma visão do futuro corpus literário da Formação como literatura em falta com a literatura. Ele prepara, de algum modo, desde então, o argumento crucial de O sequestro do barroco na Formação da Literatura Brasileira. O caso Gregório de Matos.

Bom motivo para se tomar o livro de Haroldo de Campos com mais vagar.


OS AMIGOS DA INTERTEXTUALIDADE E DERRIDA


Consagrado a uma reinterpretação da obra e do estatuto de um poeta de ascendência e maneiras lusas, nascido na Bahia, quando capital do Brasil, e colônia iletrada, o volume viria a ser objeto da mesma resistência da parte das mesmas fileiras universitárias que visionam a maturação histórica das obras, ainda que, neste caso, diferentemente manifestada. Pois, em vez de rebatê-lo com a rude franqueza de um Romero, no Oitocentos brasileiro, ou com a virulência dos sorbonnards erguidos contra o Sur Racine de Barthes, no meio século XX francês, os opositores da nova crítica haroldiana lhe oporão uma espécie de pacto tácito de não menção. O concerto silencioso é tão mais bem-sucedido quanto os editores do pequeno, só no tamanho, tratado revisionista, estão baseados na mesma Salvador do poeta, o que permite aos redutos literários do eixo Rio-São Paulo furtar-se às costumeiras recensões. Principalmente, não há reação de Candido, novamente polido e inclinado a não julgar. Pode-se conjecturar que é esta pedagogia que inclina todo o seu círculo de influência à indiferença. Ninguém concordará ou discordará da postulação de Haroldo de que Gregório de Matos não apenas tem lugar na história da literatura brasileira, que esse lugar foi “sequestrado”, mas que é este outro Boca do Inferno, e não Gonçalves Dias, José de Alencar ou qualquer outro nativista, o seu grande impulsionador. Na expressão de Haroldo, o “demiurgo retrospectivo”, um igual de Homero, que, podendo não ter existido historicamente, é o primeiro impulso da literatura universal (Campos, 2011, p. 21).


Além da citação cravada do título da obra de Candido no longo e meditativo enunciado do opúsculo, o abafamento deste estudo de caso explica-se ainda por um interessante desentendimento em torno da palavra “sequestro”. De fato, ela é percebida como um grito de guerra na cordialidade. Soa tão mais gravemente inamistosa quanto o padrão demolidor do crítico-sociólogo, como vimos, é sempre temperado de vaivém e imerso no duplo sentido, armando uma comédia ligeira. Na surdina, estima-se que “sequestro” seja um acinte ao Mestre, quando Haroldo repete, desde sempre, que a empresta do Mário de Andrade freudiano, que, por seu turno, a emprega no contexto de sua psicologia amorosa, dando-lhe o sentido de recalque, ou de negação inconsciente, a exemplo do que faz no ensaio chamado “O sequestro da dona ausente” (Andrade, 1942, p. 9-14). A notar que, desta outra acepção, oferece testemunho eloquente, já na apresentação dos motivos, uma obra tão uspiana quanto Mário de Andrade plural, de Elisa Kossovitch, que começa assim: “O que seduz ou atiça o desejo é muito a suspensão, o sequestro, o não-escrito na escritura mario-andradina” (Kossovitch, 1990, p. 17).


O recalque em questão diz respeito a um poderoso inventor de formas da velha Salvador, um criador genial de sonetos amorosos perfeitos e sátiras maldosas de costumes, à la Oswald, a compor informalmente uma obra que escapa, em seu momento, a qualquer sistema organizado de edição e recepção, e só viria a ser recolhida e editada bem mais tardem no período romântico. É operando criticamente com outro critério que não os formais, editorias e midiáticos, que são os manejados por Candido, que Haroldo vai repor essa produção renegada na narrativa da história da literatura brasileira que a Formação quer contar.


Para essa reconsideração, o Sequestro mobilizará duas operações principais de contestação metodológica.


Num primeiro momento, convocará Jacques Derrida para acusar uma visada substancialista da origem: “Se há um problema instante e insistente na historiografia literária brasileira, este problema é a `questão da origem”, diz a nota introdutória, encimada por esta exclamação de Nietszche: “Todo o respeito por vossas opiniões! Mas pequenas ações divergentes valem mais”. E continua: “Nesse sentido é que se pode dizer, como eu o fiz em ‘Da razão antropofágica’, que estamos diante de um episódio da metafísica ocidental da presença, transferido para as nossas latitudes tropicais. Um capítulo a apendicitar ao logocentrismo platonizante que Derrida, na Gramatologia, submeteu a uma lúcida e reveladora análise...” . Isso põe em dificuldade a ideia de uma direticidade do processo evolutivo da literatura brasileira, que, segundo Haroldo, o enclausura num começo discutível, já pela concepção fechada da História com que as genealogias literárias jogam. Ele vai ainda a Borges para cercar essa busca da primeira causa da ironia dos pensadores do eterno retorno que descreem do justo começo, entre os quais está o próprio Nietzsche, para dar a Gregório de Matos a dianteira no deslanche de nossa literatura, vendo-o “sobre-existir” em perspectiva estética, para além de quaisquer relativizações de sua existência em perspectiva histórica. Como bom desconstrucionista, destitui, assim, a “presença” de valor existencial, para depositá-la na “pregnância poética” (Campos, 2011, p. 21).


Num segundo momento, convocará Jakobson e sua teoria tão concisa quanto elegante das funções da linguagem, que põe a poeticidade fora das intenções comunicativas das mensagens comuns, dando-lhe o alvo não utilitário de checagem da forma, em meio a um intrincado feixe de ações elocutórias, envolvendo o remetente, o destinatário, o código, o meio fático da transmissão ou contato, a referência ou realidade exterior e a própria mensagem tomada em si. Nessa articulação, que ao mesmo tempo isola e entrelaça as diferentes execuções, a função poética reverte ao modo de expressão, ou à configuração material do texto, daí confundir-se com a função metalinguística. O degradé jakobsoniano arma teoricamente Haroldo não apenas para defender a intransitividade dos discursos poéticos, inclusive sua volta metacrítica sobre si mesmos, mas para projetar todo o mecanismo da Formação nas funções mais comezinhas, se vistas do ângulo artístico, que se voltamos ao bom endereçamento dos conteúdos, em face das instâncias do receptor e do mundo real. Encontrando novo jeito de voltar ao ponto das poéticas não performativas, ao subtraí-las, assim, aos desígnios das conversas ordinárias, Haroldo sublinha também, desta feita, o corte entre a palavras e as coisas, ponto nevrálgico das linguísticas gerais, como a jakobsoniana, a que se ligam as novas críticas e, forçosamente, a razão do nonsense das poesias menos. Mais que isso, mune-se de recursos técnicos refinados para contra-argumentar que a atribuição de um papel decisivo à circulação da nova mensagem romântica, atribuído por Candido a sua capacidade de propagar-se dos livros comercializados até o leitor, faz a literatura recair num de seus aspectos mais relativos, no momento mesmo em que toma esse aspecto por universal (p. 33). Não é do que está falando Oswald, a sua maneira malcriada, quando reduz a importância dos primeiros românticos a sua capacidade de pregação, escrevendo que “Os Inconfidentes são poetas a serviço do progresso humano e do futuro”? (Andrade, 1972, p. 70).


Em A sátira e o engenho, que resulta de uma tese de doutorado defendida na USP, em 1988, no mesmo momento em que Haroldo reúne suas anotações para o Sequestro, cuja primeira edição é do ano seguinte, João Adolfo Hansen toma rumo bem diverso daquele de Oswald e Haroldo, no que respeita à liberdade de invenção de Gregório de Matos, vendo-a tolhida pelas rígidas prescrições retóricas a que o barroco estava submetido, no seiscentos baiano. Além disso, minimiza o alcance de sua sátira, quando entendida fora de situação, em outro mundo brasileiro, dois lustros depois. Não bastasse, problematiza-lhe ainda a autoria, falando cautelosamente em “poemas atribuídos”, rigorosamente amparado no mesmo argumento de Candido: o caráter oral e disperso de uma produção que começou circulando de boca em boca, na Bahia do século XVII, e acabou registrada em códices só ulteriormente tratados (Hansen, 1989, p. 19).


Reconhecer o interesse de tais cautelas não nos impede de compará-las com aquelas que Oswald prefere tomar, não para a verificação da ausência, mas, na mesma linha haroldiana da insistência na presença da ausência de Homero, para sublinhar que até mesmo as mais consagradas autorias podem ser desestabelecidas, sem que por isso tenhamos que desentronizar os autores. Em A Arcádia e os inconfidentes, ele menciona, nesse sentido, apócrifos de Camões que embaraçam desde sempre o esclarecimento de parte de sua poesia. Refere também a névoa em que está envolta, desde sempre, certa parte da obra de Tomás Antonio Gonzaga. A respeito de Gonzaga, nota que as Liras de Dirceu saem pela primeira vez em Lisboa, em 1792, como fruto de uma exploração editorial que acontece em plena desgraça do autor, no degredo de Moçambique, e a sua revelia. Segue observando que se trata de um estabelecimento em três partes, de autenticidade problemática, a lançar dúvidas não apenas sobre edições portuguesas ulteriores, mas sobre a edição brasileira pela Imprensa Régia, de 1810, com o poeta já falecido, em vista da possível “mistificação” que intervém na segunda parte, em que poemas de tom “vil e adulão” desmoralizam a Inconfidência. Há outras tantas notas suas envolvendo a cronologia dos versos transidos do pastor de ovelhas que anseia por Marília, mas escreve na África, onde já encontrou uma viúva rica a seu gosto. “De que modo Gonzaga, no cárcere e na desgraça, impediria a intromissão, interessada ou não, de alguém nas suas Liras?”, pergunta-se (Andrade, 1972, p. 66-67). O Sequestro tem o espírito destas relativizações.


Comemorados como o desmascaramento final de Haroldo, nenhum dos argumentos do professor Hansen, muito citados pelos incomodados do Sequestro, é feito para constranger quem dispense provas de realidade, lendo a História transversalmente, supondo a apropriação dos textos pelos textos, vendo a língua de Gregório de Matos percorrer a de Oswald. Os amigos desconstrucionistas dos concretos dirão que o poeta que se alimenta de um outro poeta é um “parasita”, do grego “parasitos”, que, no sentido forte da palavra, é aquele se encontra ao lado, na mesa, a partilhar a comida, antes que se torne aquele invasor que vem roubar a comida, sem nada dar em troca. A palavra parasita associa “para” e “sitos”, radical este último que significa “grão”, “cereal”, e, metonimicamente, “pão”, alimento”. O prefixo “para”, que significa “ao lado”, estabelece a contiguidade entre os comensais parasitários. Nesse sentido, o poeta que se nutre de um outro poeta não é apenas um “hóspede”, como Schwarz pensa de Augusto, e Candido, de Gregório de Matos, por recepcionarem estrangeiros, mas um “hospedeiro”, duplicidade inscrita em “host”, do inglês antigo “oste” e do latim “hostia”, que têm duplo sentido: invasor e convidado. Também em português “hospedar” é receber e dar hospedagem. Associando-a ao corpo do poeta e do próprio crítico – que também vive de um texto e o reanima –, Hillis Miller chama o lugar simbólico assim transformado em “hotel”, pela força da “hospitalidade” (outras palavras da mesma raiz), de território “neutro”. A propósito, lembra que “host” e “guest” remontam à mesma raiz etimológica “ghos-ti”, que refere, de um só golpe, quem visita e quem recebe, o estranho e o anfitrião, ambos igualmente envolvidos em “obrigações recíprocas de hospitalidade” (Miller, 1990, p. 53). A lição do grego “philos” vai no mesmo sentido. Aliás, somos lembrados pelos bons dicionários etimológicos que Homero chama repetidamente o hóspede de “philos”. Trajano Vieira vai ao ponto, em sua apresentação da tradução da Ilíada por Haroldo de Campos. Recupera a chegada de Ulisses a Ítaca, transformado em ancião e aparentando ser um mendigo, para notar que ele é recebido e alimentado, antes que lhe façam qualquer pergunta, que nas epopeias homéricas “philein” significa muitas vezes “hospedar”, e que a palavra aparece muitas vezes relacionada a “ksénos”, estrangeiro (Vieira, 2001, p. 17)


A literatura segundo Oswald é sempre a oracular, vem do fundo do tempo, reavivar sua arché. A julgar pelas novas histórias vertiginosas e sincrônicas das ressurgências, que estão agora mesmo, diante de nossos olhos, tomando o passado como contemporâneo, o que a Semana tem ainda de instigante, se revisitada com Oswald, é também a atualidade da mirada transtemporal, que os gabinetes marxistas trocaram pela visão do progresso. É do que trata a Antropofagia. Como diz o Manifesto Antropófago: “Contra a Memória fonte do costume. A experiência pessoal renovada” (Andrade, 1995, p. 146).


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*O presente texto retoma e modifica um anterior publicado em Leda Tenório da Motta, Cem anos da Semana de Arte Moderna. O gabinete paulista e a conjuração das vanguardas, São Paulo: Editora Perspectiva, 2022.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ANDRADE, Oswald. A crise da filosofia messiânica, Obras Completas VI. Do Pau-Brasil à antropofagia e às utopias. Manifestos, teses de concurso e ensaios. Introdução de Benedito Nunes. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1972.

ANDRADE, Oswald. Manifesto da Poesia Pau-Brasil e Manifesto antropófago. In: Schwartz,Jorge. Vanguardas latino-americanas. Manifestos e textos críticos. São Paulo, Iluminuras, Edusp, Fapesp. 1995.


CAMPOS, Haroldo. O sequestro do barroco na formação da literatura brasileira. O caso Gregório de Matos. São Paulo, Iluminuras, 2011.


CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. Momentos decisivos. VL. 1. 1750-1836. Editora Itatiaia Ltda, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, 2000.


HANSEN, Adolfo. A sátira e o engenho, Gregório da Matos e a Bahia do século XVII. São Paulo, Companhia das Letras, 1989.


KOSSOVITCH, Elisa. Mário de Andrade plural. Campinas, Editora da Unicamp, 1990.


MILLER, Hillis. A ética da leitura. Tradução de Eliane Fitipaldi e Kátia Orgerg. Seleção de textos de Arthur Nestrovski. Rio de Janeiro: Imago, 1990.


VIEIRA, Trajano. “Introdução”. In: CAMPOS, Haroldo. Ilíada de Homero. Vl. I. Introdução e organização de Trajano Vieira. São Paulo, Editora Mandarim, 2001.



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